Energia produtiva

No momento atual de nossa economia, quando mais do que nunca é necessário buscar todas as possibilidades no objetivo de diminuir despesas e custos, empresas podem contar com um interessante dispositivo: desde o ano 2000, quando a resolução n° 456 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou o direito ao crédito de ICMS na energia elétrica consumida no processo de industrialização, surgiu uma boa alternativa na hora de aliviar gastos. Foi criado o conceito de “energia produtiva”, a energia consumida no processo de industrialização, distinguindo‐a da “energia não produtiva”, aquela que não concorre no processo direto da industrialização. Mas, para conseguir aproveitar esta oportunidade, alguns processos são essenciais. De modo a comprovar o uso da energia produtiva, as empresas estão realizando, sabiamente, medições de consumo para subsidiar laudos técnicos, necessários para credenciá-las na recuperação desses créditos. Tais laudos são hoje o instrumento indispensável e seguro de aferir o consumo da energia produtiva, garantindo o direito aos créditos das empresas e indústrias inseridas neste contexto. Como em muitos casos as instalações são únicas, quer para o processo produtivo, quer para outros objetivos que não concorrem diretamente para o processo produtivo, há a necessidade do procedimento de medições especializadas do consumo da fonte única de alimentação de ambos os setores, para se determinar o quanto da energia produzida está sendo drenada para cada caso. Equipes especializadas são capazes de aferir, com precisão, correntes reais que são consumidas em cada caso (energia produtiva e não produtiva). Uma boa notícia é a possibilidade de se buscar a retroatividade do crédito no período dos últimos cinco anos: os valores apurados poderão ser compensados com débitos a vencer do ICMS, atentando‐se às normas dos regulamentos estaduais do local do estabelecimento empresarial e das distribuidoras da região. Em um momento em que todo esforço deve ser feito para minimizar o impacto da recessão a qual passamos, fica a dica de um instrumento útil e que pode fazer uma boa diferença na hora de uma empresa diminuir seus custos. No momento atual de nossa economia, quando mais do que nunca é necessário buscar todas as possibilidades no objetivo de diminuir despesas e custos, empresas podem contar com um interessante dispositivo: desde o ano 2000, quando a resolução n° 456 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou o direito ao crédito de ICMS na energia elétrica consumida no processo de industrialização, surgiu uma boa alternativa na hora de aliviar gastos. Foi criado o conceito de “energia produtiva”, a energia consumida no processo de industrialização, distinguindo‐a da “energia não produtiva”, aquela que não concorre no processo direto da industrialização. Mas, para conseguir aproveitar esta oportunidade, alguns processos são essenciais. De modo a comprovar o uso da energia produtiva, as empresas estão realizando, sabiamente, medições de consumo para subsidiar laudos técnicos, necessários para credenciá-las na recuperação desses créditos. Tais laudos são hoje o instrumento indispensável e seguro de aferir o consumo da energia produtiva, garantindo o direito aos créditos das empresas e indústrias inseridas neste contexto. Como em muitos casos as instalações são únicas, quer para o processo produtivo, quer para outros objetivos que não concorrem diretamente para o processo produtivo, há a necessidade do procedimento de medições especializadas do consumo da fonte única de alimentação de ambos os setores, para se determinar o quanto da energia produzida está sendo drenada para cada caso. Equipes especializadas são capazes de aferir, com precisão, correntes reais que são consumidas em cada caso (energia produtiva e não produtiva). Uma boa notícia é a possibilidade de se buscar a retroatividade do crédito no período dos últimos cinco anos: os valores apurados poderão ser compensados com débitos a vencer do ICMS, atentando‐se às normas dos regulamentos estaduais do local do estabelecimento empresarial e das distribuidoras da região. Em um momento em que todo esforço deve ser feito para minimizar o impacto da recessão a qual passamos, fica a dica de um instrumento útil e que pode fazer uma boa diferença na hora de uma empresa diminuir seus custos. No momento atual de nossa economia, quando mais do que nunca é necessário buscar todas as possibilidades no objetivo de diminuir despesas e custos, empresas podem contar com um interessante dispositivo: desde o ano 2000, quando a resolução n° 456 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou o direito ao crédito de ICMS na energia elétrica consumida no processo de industrialização, surgiu uma boa alternativa na hora de aliviar gastos. Foi criado o conceito de “energia produtiva”, a energia consumida no processo de industrialização, distinguindo‐a da “energia não produtiva”, aquela que não concorre no processo direto da industrialização. Mas, para conseguir aproveitar esta oportunidade, alguns processos são essenciais. De modo a comprovar o uso da energia produtiva, as empresas estão realizando, sabiamente, medições de consumo para subsidiar laudos técnicos, necessários para credenciá-las na recuperação desses créditos. Tais laudos são hoje o instrumento indispensável e seguro de aferir o consumo da energia produtiva, garantindo o direito aos créditos das empresas e indústrias inseridas neste contexto. Como em muitos casos as instalações são únicas, quer para o processo produtivo, quer para outros objetivos que não concorrem diretamente para o processo produtivo, há a necessidade do procedimento de medições especializadas do consumo da fonte única de alimentação de ambos os setores, para se determinar o quanto da energia produzida está sendo drenada para cada caso. Equipes especializadas são capazes de aferir, com precisão, correntes reais que são consumidas em cada caso (energia produtiva e não produtiva). Uma boa notícia é a possibilidade de se buscar a retroatividade do crédito no período dos últimos cinco anos: os valores apurados poderão ser compensados com débitos a vencer do ICMS, atentando‐se às normas dos regulamentos estaduais do local do estabelecimento empresarial e das distribuidoras da região. Em um momento em que todo esforço deve ser feito para minimizar o impacto da recessão a qual passamos, fica a dica de um instrumento útil e que pode fazer uma boa diferença na hora de uma empresa diminuir seus custos. No momento atual de nossa economia, quando mais do que nunca é necessário buscar todas as possibilidades no objetivo de diminuir despesas e custos, empresas podem contar com um interessante dispositivo: desde o ano 2000, quando a resolução n° 456 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou o direito ao crédito de ICMS na energia elétrica consumida no processo de industrialização, surgiu uma boa alternativa na hora de aliviar gastos. Foi criado o conceito de “energia produtiva”, a energia consumida no processo de industrialização, distinguindo‐a da “energia não produtiva”, aquela que não concorre no processo direto da industrialização. Mas, para conseguir aproveitar esta oportunidade, alguns processos são essenciais. De modo a comprovar o uso da energia produtiva, as empresas estão realizando, sabiamente, medições de consumo para subsidiar laudos técnicos, necessários para credenciá-las na recuperação desses créditos. Tais laudos são hoje o instrumento indispensável e seguro de aferir o consumo da energia produtiva, garantindo o direito aos créditos das empresas e indústrias inseridas neste contexto. Como em muitos casos as instalações são únicas, quer para o processo produtivo, quer para outros objetivos que não concorrem diretamente para o processo produtivo, há a necessidade do procedimento de medições especializadas do consumo da fonte única de alimentação de ambos os setores, para se determinar o quanto da energia produzida está sendo drenada para cada caso. Equipes especializadas são capazes de aferir, com precisão, correntes reais que são consumidas em cada caso (energia produtiva e não produtiva). Uma boa notícia é a possibilidade de se buscar a retroatividade do crédito no período dos últimos cinco anos: os valores apurados poderão ser compensados com débitos a vencer do ICMS, atentando‐se às normas dos regulamentos estaduais do local do estabelecimento empresarial e das distribuidoras da região. Em um momento em que todo esforço deve ser feito para minimizar o impacto da recessão a qual passamos, fica a dica de um instrumento útil e que pode fazer uma boa diferença na hora de uma empresa diminuir seus custos.
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