A prática do Job Rotation como diferencial para empresa

Em se tratando de contemporaneidade, a onipresença é um ponto forte no nosso estilo de vida. Em um mundo onde todos estão conectados, simultaneamente, a milhares de lugares, pessoas e atividades, o corporativismo precisou adaptar a rotina dos colaboradores. Visando à maximização do aproveitamento e do aprendizado do funcionário, o processo de job rotation, traduzido para o português como rotação de cargo, consiste na alocação de um mesmo colaborador, por determinado período, em diversos setores da empresa. Comumente adotada em programas de trainees, essa nova proposta de aprendizado corporativo tem como principal benefício o conhecimento adquirido pelo funcionário acerca de todos os campos de trabalho, o que possibilita maior experiência em processos, atividades e especificidades de cada área. A rotação de cargo amplia a visão e a atuação do profissional, tornando-o uma mão de obra melhor qualificada, mais requisitada no mercado de trabalho e, consequentemente, melhor remunerada. Dessa forma, estamos tratando, então, de uma grande ferramenta de desenvolvimento de profissionais, como apresenta o especialista Rogério Chér (vídeo). Do ponto de vista empresarial, o job rotation torna-se produtivo na medida em que o colaborador passa a ser polivalente, dinâmico e flexível, capaz de fazer o que os demais fazem e de trabalhar em conjunto, como propunham as ideias do Toyotismo após a Segunda Guerra Mundial. Dessa forma, a proposta de rotação de cargo fornece à companhia funcionários muito mais estratégicos. Em contrapartida, se por um lado o job rotation parece bastante produtivo para o colaborador, sobretudo iniciante, por outro pode não ser tão benéfico se levado em conta que o conhecimento adquirido pode ficar restrito a uma empresa específica. Alguns especialistas discutem se a rotação do cargo torna o profissional completo para o mercado de trabalho ou apenas para a empresa que o contratou e alertam sobre a possibilidade de uma formação generalista, uma vez que pode não haver uma especialização em determinada área. Levando-se em conta as críticas ao Toyotismo, quanto à possível exploração do empregado, o job rotation precisa ser utilizado com responsabilidade, inclusive legal, aliando o propósito organizacional aos interesses e às habilidades dos funcionários, de modo que as empresas não lancem mão desse recurso simplesmente com vistas ao barateamento da sua produção. É preciso um esforço dos setores envolvidos, sobretudo do RH, e dos gestores que guiarão o treinando nas diferentes atividades para a conquista de um objetivo maior. O job rotation é um mecanismo de investimento no capital humano, que é um grande trunfo para o sucesso e a estabilidade de uma empresa. Assim como nas demais iniciativas para desenvolvimento profissional e, consequentemente, empresarial, o planejamento é o grande ingrediente do sucesso do job rotation. Para dar certo, a proposta precisa estar em consonância com uma missão empresarial inovadora e com o desejo do colaborador por novas competências. Portanto, trata-se de uma ferramenta para estimular e formar aqueles que serão futuros gestores e darão continuidade aos valores e às metas da empresa. Natália FrancoEm se tratando de contemporaneidade, a onipresença é um ponto forte no nosso estilo de vida. Em um mundo onde todos estão conectados, simultaneamente, a milhares de lugares, pessoas e atividades, o corporativismo precisou adaptar a rotina dos colaboradores. Visando à maximização do aproveitamento e do aprendizado do funcionário, o processo de job rotation, traduzido para o português como rotação de cargo, consiste na alocação de um mesmo colaborador, por determinado período, em diversos setores da empresa. Comumente adotada em programas de trainees, essa nova proposta de aprendizado corporativo tem como principal benefício o conhecimento adquirido pelo funcionário acerca de todos os campos de trabalho, o que possibilita maior experiência em processos, atividades e especificidades de cada área. A rotação de cargo amplia a visão e a atuação do profissional, tornando-o uma mão de obra melhor qualificada, mais requisitada no mercado de trabalho e, consequentemente, melhor remunerada. Dessa forma, estamos tratando, então, de uma grande ferramenta de desenvolvimento de profissionais, como apresenta o especialista Rogério Chér (vídeo). Do ponto de vista empresarial, o job rotation torna-se produtivo na medida em que o colaborador passa a ser polivalente, dinâmico e flexível, capaz de fazer o que os demais fazem e de trabalhar em conjunto, como propunham as ideias do Toyotismo após a Segunda Guerra Mundial. Dessa forma, a proposta de rotação de cargo fornece à companhia funcionários muito mais estratégicos. Em contrapartida, se por um lado o job rotation parece bastante produtivo para o colaborador, sobretudo iniciante, por outro pode não ser tão benéfico se levado em conta que o conhecimento adquirido pode ficar restrito a uma empresa específica. Alguns especialistas discutem se a rotação do cargo torna o profissional completo para o mercado de trabalho ou apenas para a empresa que o contratou e alertam sobre a possibilidade de uma formação generalista, uma vez que pode não haver uma especialização em determinada área. Levando-se em conta as críticas ao Toyotismo, quanto à possível exploração do empregado, o job rotation precisa ser utilizado com responsabilidade, inclusive legal, aliando o propósito organizacional aos interesses e às habilidades dos funcionários, de modo que as empresas não lancem mão desse recurso simplesmente com vistas ao barateamento da sua produção. É preciso um esforço dos setores envolvidos, sobretudo do RH, e dos gestores que guiarão o treinando nas diferentes atividades para a conquista de um objetivo maior. O job rotation é um mecanismo de investimento no capital humano, que é um grande trunfo para o sucesso e a estabilidade de uma empresa. Assim como nas demais iniciativas para desenvolvimento profissional e, consequentemente, empresarial, o planejamento é o grande ingrediente do sucesso do job rotation. Para dar certo, a proposta precisa estar em consonância com uma missão empresarial inovadora e com o desejo do colaborador por novas competências. Portanto, trata-se de uma ferramenta para estimular e formar aqueles que serão futuros gestores e darão continuidade aos valores e às metas da empresa. Natália FrancoEm se tratando de contemporaneidade, a onipresença é um ponto forte no nosso estilo de vida. Em um mundo onde todos estão conectados, simultaneamente, a milhares de lugares, pessoas e atividades, o corporativismo precisou adaptar a rotina dos colaboradores. Visando à maximização do aproveitamento e do aprendizado do funcionário, o processo de job rotation, traduzido para o português como rotação de cargo, consiste na alocação de um mesmo colaborador, por determinado período, em diversos setores da empresa. Comumente adotada em programas de trainees, essa nova proposta de aprendizado corporativo tem como principal benefício o conhecimento adquirido pelo funcionário acerca de todos os campos de trabalho, o que possibilita maior experiência em processos, atividades e especificidades de cada área. A rotação de cargo amplia a visão e a atuação do profissional, tornando-o uma mão de obra melhor qualificada, mais requisitada no mercado de trabalho e, consequentemente, melhor remunerada. Dessa forma, estamos tratando, então, de uma grande ferramenta de desenvolvimento de profissionais, como apresenta o especialista Rogério Chér (vídeo). Do ponto de vista empresarial, o job rotation torna-se produtivo na medida em que o colaborador passa a ser polivalente, dinâmico e flexível, capaz de fazer o que os demais fazem e de trabalhar em conjunto, como propunham as ideias do Toyotismo após a Segunda Guerra Mundial. Dessa forma, a proposta de rotação de cargo fornece à companhia funcionários muito mais estratégicos. Em contrapartida, se por um lado o job rotation parece bastante produtivo para o colaborador, sobretudo iniciante, por outro pode não ser tão benéfico se levado em conta que o conhecimento adquirido pode ficar restrito a uma empresa específica. Alguns especialistas discutem se a rotação do cargo torna o profissional completo para o mercado de trabalho ou apenas para a empresa que o contratou e alertam sobre a possibilidade de uma formação generalista, uma vez que pode não haver uma especialização em determinada área. Levando-se em conta as críticas ao Toyotismo, quanto à possível exploração do empregado, o job rotation precisa ser utilizado com responsabilidade, inclusive legal, aliando o propósito organizacional aos interesses e às habilidades dos funcionários, de modo que as empresas não lancem mão desse recurso simplesmente com vistas ao barateamento da sua produção. É preciso um esforço dos setores envolvidos, sobretudo do RH, e dos gestores que guiarão o treinando nas diferentes atividades para a conquista de um objetivo maior. O job rotation é um mecanismo de investimento no capital humano, que é um grande trunfo para o sucesso e a estabilidade de uma empresa. Assim como nas demais iniciativas para desenvolvimento profissional e, consequentemente, empresarial, o planejamento é o grande ingrediente do sucesso do job rotation. Para dar certo, a proposta precisa estar em consonância com uma missão empresarial inovadora e com o desejo do colaborador por novas competências. Portanto, trata-se de uma ferramenta para estimular e formar aqueles que serão futuros gestores e darão continuidade aos valores e às metas da empresa. Natália FrancoEm se tratando de contemporaneidade, a onipresença é um ponto forte no nosso estilo de vida. Em um mundo onde todos estão conectados, simultaneamente, a milhares de lugares, pessoas e atividades, o corporativismo precisou adaptar a rotina dos colaboradores. Visando à maximização do aproveitamento e do aprendizado do funcionário, o processo de job rotation, traduzido para o português como rotação de cargo, consiste na alocação de um mesmo colaborador, por determinado período, em diversos setores da empresa. Comumente adotada em programas de trainees, essa nova proposta de aprendizado corporativo tem como principal benefício o conhecimento adquirido pelo funcionário acerca de todos os campos de trabalho, o que possibilita maior experiência em processos, atividades e especificidades de cada área. A rotação de cargo amplia a visão e a atuação do profissional, tornando-o uma mão de obra melhor qualificada, mais requisitada no mercado de trabalho e, consequentemente, melhor remunerada. Dessa forma, estamos tratando, então, de uma grande ferramenta de desenvolvimento de profissionais, como apresenta o especialista Rogério Chér (vídeo). Do ponto de vista empresarial, o job rotation torna-se produtivo na medida em que o colaborador passa a ser polivalente, dinâmico e flexível, capaz de fazer o que os demais fazem e de trabalhar em conjunto, como propunham as ideias do Toyotismo após a Segunda Guerra Mundial. Dessa forma, a proposta de rotação de cargo fornece à companhia funcionários muito mais estratégicos. Em contrapartida, se por um lado o job rotation parece bastante produtivo para o colaborador, sobretudo iniciante, por outro pode não ser tão benéfico se levado em conta que o conhecimento adquirido pode ficar restrito a uma empresa específica. Alguns especialistas discutem se a rotação do cargo torna o profissional completo para o mercado de trabalho ou apenas para a empresa que o contratou e alertam sobre a possibilidade de uma formação generalista, uma vez que pode não haver uma especialização em determinada área. Levando-se em conta as críticas ao Toyotismo, quanto à possível exploração do empregado, o job rotation precisa ser utilizado com responsabilidade, inclusive legal, aliando o propósito organizacional aos interesses e às habilidades dos funcionários, de modo que as empresas não lancem mão desse recurso simplesmente com vistas ao barateamento da sua produção. É preciso um esforço dos setores envolvidos, sobretudo do RH, e dos gestores que guiarão o treinando nas diferentes atividades para a conquista de um objetivo maior. O job rotation é um mecanismo de investimento no capital humano, que é um grande trunfo para o sucesso e a estabilidade de uma empresa. Assim como nas demais iniciativas para desenvolvimento profissional e, consequentemente, empresarial, o planejamento é o grande ingrediente do sucesso do job rotation. Para dar certo, a proposta precisa estar em consonância com uma missão empresarial inovadora e com o desejo do colaborador por novas competências. Portanto, trata-se de uma ferramenta para estimular e formar aqueles que serão futuros gestores e darão continuidade aos valores e às metas da empresa. Natália Franco
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