MPX e MMX já podem construir porto no Chile

A Comisión Regional de Medio Ambiente (Corema) do Atacama, no Chile, liberou e agora a MPX Energia e a MMX Mineração e Metálicos, do grupo do empresário Eike Batista, podem dar início a construção de um novo porto na região, pertencente à OMX Operaciones Marítimas, também do grupo EBX.

A construção do porto privado de uso público deve levar cerca de 30 meses e demandará um investimento de US$ 300 milhões, de acordo com a companhia. O projeto é de três berços independentes, cujo início de operação de cada está atrelado ao cronograma de implantação dos projetos da MPX e MMX no país.

A MMX, por exemplo, tem projeto de 10 milhões de toneladas de minério de ferro no Chile. "Semelhante ao Sistema Sudeste, o projeto da MMX no Chile tem 50% da meta de produção já amparados por acordos de fornecimento de longo prazo", afirmou o presidente da MMX, Roger Downey. E completa: "logística é o componente chave de qualquer sistema de minério de ferro."

A MPX prevê com o porto custos logísticos competitivos e suprimento eficiente de carvão para a termelétrica Castilla, que possui capacidade de até 2.100 megawatts, "um dos maiores projetos em licenciamento atualmente no Chile", como comenta o presidente da MPX, Eduardo Karrer, no comunicado.

Anualmente, o porto terá capacidade de embarcar e desembarcar de 6 milhões de toneladas de carvão, 10 milhões de toneladas de minério de ferro, entre outros produtos. Localizado a 80 km sudoeste do município do Copiapó, o porto, com calado natural de 25 metros, contará também com pátios para armazenamento de cinzas, carvão e mineiro de ferro, armazéns para concentrado de cobre e grãos, além de um sistema de correias cobertas.

(Monitor Mercantil)

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