“Não existem conversas sobre IPO”, diz sócio de Agnelli sobre a B&A

Não existe conversas para um IPO (Initial Public Offering) da B&A Mineração, joint-venture entre a AGN Participações – de Roger Agnelli, ex-presidente da Vale (VALE3; VALE5) – e o BTG Pactual (BBTG11) de André Esteves. “Estamos muito no começo ainda, mas no longo prazo, essa é uma possibilidade como tantas outras”, afirmou Fábio Spina, sócio de Agnelli na AGN Participações, ao InfoMoney.
 
De acordo com o portal norte-americano MarketWatch, a B&A Mineração está interessada em abrir o capital para continuar o ciclo de expansão. A empresa foi criada em julho e realizou três aquisições: 30% de uma produtora chilena de cobre, a Cuprum, 30% de uma produtora de potássio e fosfátos no Brasil, a Rio Verde Minerais, e 11,5% de uma companhia de fosfátos negociada na bolsa canadense – a MBAC Fertilizer Corporation.

De acordo com a matéria, Spina, vê diversas oportunidades para novas aquisições por conta da crise – que joga os preços para baixo. “A B&A tem US$ 520 milhões para investir, mas gastou apenas US$ 100 milhões até agora. Temos de 20 a 30 projetos de mineração no Brasil, África e América Latina sendo estudados para aquisição”, afirmou o executivo ao portal norte-americana. No radar da companhia, minério de ferro, cobre, fertolizantes, terra rara, titânio e até mesmo níquel.
 
A holding também já possui logística de transporte e produção de biocombustíveis, no Brasil e na África. Spina é um dos quatro sócios de Agnelli na AGN, que incluem Jair Ribeiro, um dos sócios do Banco Indusval (IDVL4). O MarketWatch lista que outra possibilidade é que a companhia procure um novo parceiro estratégico.

(Felipe Moreno | Infomoney)

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