{"id":14298,"date":"2015-05-14T00:00:00","date_gmt":"2015-05-14T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost\/apsis\/blog\/geral\/konica-muda-o-foco\/"},"modified":"2015-05-14T00:00:00","modified_gmt":"2015-05-14T00:00:00","slug":"konica-muda-o-foco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/apsis.com.br\/en\/konica-muda-o-foco\/","title":{"rendered":"Konica muda o foco"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Conhecida por suas c\u00e2meras fotogr\u00e1ficas, a empresa japonesa investe no ramo de sa\u00fade no Brasil<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A japonesa Konica Minolta j\u00e1 foi uma das estrelas entre os fabricantes de c\u00e2meras, na \u00e9poca de ouro do filme fotogr\u00e1fico. No Brasil, a marca chegou a fazer sucesso, na d\u00e9cada de 1990, com um modelo \u00e0 prova d\u2019\u00e1gua, sonho de consumo de uma boa parte dos freq\u00fcentadores de praias e piscinas. Longe dos flashes, desde o in\u00edcio da era digital da fotografia, a centen\u00e1ria companhia, com sede em T\u00f3kio, dona de um faturamento global de US$ 9 bilh\u00f5es, est\u00e1 mudando o foco. Na \u00faltima semana, a Konica Minolta inaugurou a representa\u00e7\u00e3o de sua divis\u00e3o de sa\u00fade, especializada em digitaliza\u00e7\u00e3o de imagens de exames m\u00e9dicos, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O objetivo \u00e9 renovar o desatualizado parque de m\u00e1quinas de raio-x brasileiro, formado, em sua maioria, por equipamentos anal\u00f3gicos. Sua grande aposta est\u00e1 em um dispositivo que pode ser acoplado \u00e0s antigas m\u00e1quinas de radiografia. Na pr\u00e1tica, o produto elimina as tradicionais \u201cchapas\u201d, j\u00e1 que faz a capta\u00e7\u00e3o da imagem de forma digital. \u201cHoje, 80% do mercado brasileiro pode receber uma solu\u00e7\u00e3o como essa\u201d, afirma David Widmann, presidente global da \u00e1rea de sa\u00fade da Konica Minolta. \u201cPor isso, tomamos a decis\u00e3o, no ano passado, de ser uma empresa local no Brasil.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Atualmente, h\u00e1 23 mil m\u00e1quinas de raio-X em opera\u00e7\u00e3o por aqui. A idade m\u00e9dia dos equipamentos \u00e9 de 10 anos. Trazer um equipamento complementar aos j\u00e1 vendidos no Pa\u00eds \u00e9, tamb\u00e9m, uma forma de evitar, neste in\u00edcio, concorrer com as grandalhonas do setor de diagn\u00f3sticos e imagens, como a americana GE, a holandesa Philips e a alem\u00e3 Siemens. Com o crescimento e oportunidades do mercado local, no entanto, a companhia pensa em importar equipamentos mais completos, como aparelhos de ultrassom. \u201c\u00c9 um investimento de longo prazo que vamos fazer no Brasil\u201d, diz Widmann.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os planos da divis\u00e3o de sa\u00fade da Konica Minolta, cujo faturamento global foi de US$ 1,1 bilh\u00e3o no ano passado, incluem uma f\u00e1brica no Brasil. Sua constru\u00e7\u00e3o est\u00e1 atrelada \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o da demanda pelo dispositivo digitalizador de raio-x. De in\u00edcio, a empresa investiu R$ 10 milh\u00f5es na abertura de um escrit\u00f3rio na Avenida Paulista, em S\u00e3o Paulo. A companhia vinha atuando no Pa\u00eds, por meio de representantes, h\u00e1 seis anos. Segundo Widmann, a Konica j\u00e1 \u00e9 dona de 31% do mercado brasileiro de radiologia digital.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(Luciele Velluto | Isto \u00c9 Dinheiro)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conhecida por suas c\u00e2meras fotogr\u00e1ficas, a empresa japonesa investe no ramo de sa\u00fade no Brasil A japonesa Konica Minolta j\u00e1 foi uma das estrelas entre os fabricantes de c\u00e2meras, na \u00e9poca de ouro do filme fotogr\u00e1fico. 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