Ativo fixo e o efeito cascata da pandemia sobre as avaliações

Desde o surgimento da Covid-19 e o anúncio oficial dos primeiros sinais de uma possível pandemia, os setores relacionados com a indústria de transformação foram afetados, tanto de forma direta como indireta. Contudo, é possível identificar alguns segmentos que se destacam pelos impactos sofridos, com origem dentro e fora do Brasil. Esses efeitos podem ser impulsionados pela alta do Dólar e pela escassez de mão de obra qualificada, que consequentemente acarreta a falta de matéria-prima/insumos para a fabricação de produtos industrializados de modo geral. Conforme índices divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), em 2020 o minério de ferro acumulou alta de mais de 80%, justificando, assim, o expressivo reajuste da matéria-prima utilizada na manufatura. A indústria, um dos grandes consumidores de aço, vem sofrendo, desde meados do segundo semestre de 2020, com consecutivas elevações expressivas do preço dos insumos, o que impacta diretamente seus custos. No cenário atual, ainda não é possível prever que essas altas tão logo venham a ser estancadas, e essa realidade deve se refletir nos índices de inflação do Brasil para os próximos períodos. Dessa maneira, os custos são repassados pelas companhias ao consumidor final, no que pode ser chamado de “efeito cascata”, e é possível destacar produtos como veículos, linha branca, imóveis e máquinas e equipamentos. O gráfico abaixo mostra a variação dos preços para o primeiro trimestre de 2021, acrescidos de mais uma alta de cerca de 30%, realizada no início do mês de abril. Assim, fica clara a tendência da curva que impulsiona e fundamenta a elevação do custo de produção de forma geral, tanto para o aço longo (destinado às construções) quanto para o plano (destinado a veículos, linha branca e outros equipamentos). Desde o surgimento da Covid-19 e o anúncio oficial dos primeiros sinais de uma possível pandemia, os setores relacionados com a indústria de transformação foram afetados, tanto de forma direta como indireta. Contudo, é possível identificar alguns segmentos que se destacam pelos impactos sofridos, com origem dentro e fora do Brasil. Esses efeitos podem ser impulsionados pela alta do Dólar e pela escassez de mão de obra qualificada, que consequentemente acarreta a falta de matéria-prima/insumos para a fabricação de produtos industrializados de modo geral. Conforme índices divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), em 2020 o minério de ferro acumulou alta de mais de 80%, justificando, assim, o expressivo reajuste da matéria-prima utilizada na manufatura. A indústria, um dos grandes consumidores de aço, vem sofrendo, desde meados do segundo semestre de 2020, com consecutivas elevações expressivas do preço dos insumos, o que impacta diretamente seus custos. No cenário atual, ainda não é possível prever que essas altas tão logo venham a ser estancadas, e essa realidade deve se refletir nos índices de inflação do Brasil para os próximos períodos. Dessa maneira, os custos são repassados pelas companhias ao consumidor final, no que pode ser chamado de “efeito cascata”, e é possível destacar produtos como veículos, linha branca, imóveis e máquinas e equipamentos. O gráfico abaixo mostra a variação dos preços para o primeiro trimestre de 2021, acrescidos de mais uma alta de cerca de 30%, realizada no início do mês de abril. Assim, fica clara a tendência da curva que impulsiona e fundamenta a elevação do custo de produção de forma geral, tanto para o aço longo (destinado às construções) quanto para o plano (destinado a veículos, linha branca e outros equipamentos).
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